Irreconhecível, deprimente e apático. Três adjetivos que
descrevem perfeitamente a noite de terror vivida pelo time tricolor e por todos
os mais de 9 mil torcedores presentes no Morumbi. Importante lembrar que este
público só foi alcançado graças à bela campanha de troca do ingresso por um
casaco promovida pelo maior clube do Brasil e pela presença em massa da animada
torcida do XV de Piracicaba. Bom, voltando à apresentação pífia desta noite
chuvosa de sábado, poucos se salvaram. Fabrício e Cañete mostraram que estão
afim de jogo, querem jogar a decisão de quarta-feira que vem, além de Denis que
correspondeu novamente quando foi exigido e Lucas Farias que finalmente entrou
e pode ter mostrado ao nosso “comandante” mineiro a solução do lado direito.
O jogo em seu todo foi muito chato. Poucas chances do lado
tricolor e um certo domínio do time do interior. Muitos erros de passe e o
desentrosamento atrapalharam muito nosso esquadrão. A contusão de Jadson e a
saída de Denilson ainda no primeiro tempo aumentaram ainda mais nosso problemas
e transformaram nosso esquema em algo muito mais defensivo, já que nosso camisa
10 teve que ser substituído por um jogador com características mais defensivas.
O segundo tempo foi ainda mais desanimador. Nada mudou de
uma etapa para outra em questão de vontade e mentalidade. O time parece que só
se esforça quando precisa, reflexo de um treinador que não consegue motivar o
grupo. Consequência: gol sofrido mais uma vez em jogada de bola parada e
diversas falhas de posicionamento que só não resultaram em gols graças ao nosso
guarda-metas Denis. No fim, tentativas em vão de chegar ao empate, graças à
incompetência da nossa linha de frente (de novo) e à falta de opções no banco.
Henrique Miranda teve jogar de atacante, triste de realidade de um elenco com
alta qualidade mas com uma grande quantidade de desfalques e necessário foco no
grande jogo contra o Galo.
As constantes falhas da defesa mostram falta de treinamento
e precisam ser corrigidas imediatamente para a batalha do dia 17. Outro fator
essencial é a questão da mentalidade do grupo. Independente do quanto o São
Paulo pode estar desorganizado ou baqueado, TEMOS QUE MUDAR para quarta. Raça e
dedicação são obrigações para um selecionado tão gigante como nosso tricolor!
Vaaai São Paulo!
Dênis:
Grande substituto para o M1TO. Nenhuma culpa no resultado. Nota: 7
Rodrigo
Caio: Seguiu as atuações regulares das últimas partidas. Vem ganhando cada vez
mais confiança. Nota: 6
Edson Silva:
Horrível. Seu excesso de calma irrita. Foi envolvido pelos poderosos atacantes
e não subiu em nenhuma bola aérea. Nota: 3
Rhodolfo:
Não sei o que aconteceu, mas não é o mesmo. Nota: 4,5
Cortez: A
cara do São Paulo hoje. Péssima partida. Nota: 3,5
Denilson:
Outro que não está jogando nem metade do que sabe. Nota: 4,5
Fabrício:
Tem cara de Libertadores. Raçudo, correu o jogo todo. Merece outra chance.
Nota: 6,5
Jadson: No
pouco tempo em campo, produziu o normal. Nota: 6
Cañete:
Outro que pela dedicação merece uma chance para substituir Jadson ao invés do
improvisado Douglas. E é argentino. Nota: 7
Ademílson:
Partida nem um pouco produtiva. Às vezes duvido do seu potencial. Nota: 5
Wallyson:
Sempre muito esforçado, porém previsível. Teve um chance que preferiu tocar.
Chuta garoto. Nota: 6
Lucas
Farias: Merece uma chance pelo amor de deus. ELE É LATERAL NEY FRANCO! Nota: 6
João
Schmidt: Abaixo do que é esperado, talvez pela posição no esquema. Nota: 5
Henrique Miranda:
Lateral não é atacante. Nota: 5
Ney Franco:
Menos improviso, mais envolvimento e vibração. Nota: 5
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