Torcedores do Tricolor mais querido e vitorioso do mundo.
Vimos nesta noite de domingo um exemplo do que não pode ser feito nos próximos
três jogos que nos aguardam. Três decisões que com toda a certeza moldarão o
rumo do São Paulo para o restante do ano, independente do resultado. Toda a
ação de marketing são-paulina para divulgar o novo Morumbi e os modelos
comemorativos utilizados (que em minha opinião ficaram muito bonitos, ao
contrário da maioria de nossa torcida), foi em vão, dada a atuação nada
inspiradora de nosso esquadrão.
Entramos com força máxima, com o objetivo de selar a
classificação para as semifinais do Paulista o mais rápido possível e duelar
contra o Corinthians em confronto único. Antes de continuar a comentar o jogo,
fica aqui minha indignação quanto a forma de disputa do Paulista. Foram 19
rodadas disputadas e 4 meses de campeonato para chegar à fase de mata-mata
apenas com a vantagem do mando de campo. Ridículo. Continuando, mesmo entrando
com os nossos 10 titulares mais o M1TO, não passamos a campo todo o nosso
potencial, muito menos o mínimo de raça aceitável, visto o jogo da semana
passada contra o Atlético.
Um primeiro tempo fraco, com um domínio notável do São
Paulo, porém nada objetivo. Poucos chutes a gol e muita desorganização em
campo, representaram um São Paulo sem vontade nenhuma. Já o Penapolense via
esta como o jogo da vida de um time que nunca havia sequer disputado uma
Série-A1 do Paulista. No segundo tempo, uma alteração ousada de Ney Franco,
tirando Wellington (um dos poucos com vontade, porém amarelado) e colocando
Douglas (nada produtivo), só foi fazer efeito no meio do segundo tempo. Até
aquele momento, sofremos uma pressão considerável, que foi segurada graças ao
grande goleiro que possuímos.
De repente, o time acordou, e por 10 minutos fez o que já
deveria ter feito antes e mais vezes: o gol. Osvaldo em uma de suas
tradicionais jogadas, arrancou pela esquerda e cruzou. Jailton foi infeliz e cabeceou
para a própria meta. E por ai acabou o ímpeto tricolor. Nos fechamos, e
seguramos o resultado, muito por causa de uma das maiores defesas do M1TO! Com todo
o respeito, chupa Sérgio Mota! Agora é treinar muito e se preparar
psicologicamente para uma sequencia em tempo curto e a mais importante de todo
o ano! Vaai São Paulo!
Rogério
Ceni: Muralha! Garantiu a vitória com grandes defesas. Nota: 10
Paulo Miranda:
Muito acionado, mas nada produtivo. Será que ainda é o titular? Nota: 5
Rafael
Tolói: Não comprometeu. Adiciono à sua atuação belos lançamentos e segurança. Nota:7
Lúcio: Líder
e sempre mostrando confiança. Bela atuação. Nota: 8
Carleto:
Esse ai tem incorporado o espírito da camisa. Nota: 8
Wellington:
Raça e muita entrega. É assim que tem que ser! Nota: 7
Denilson:
Muito parado. Não apresenta nenhuma constância. Nota: 5
Ganso: É
outro jogador. A cada jogo ganha mais
forma. Assim que tem que ser contra a galinhada e o galinho. Nota: 8
Jadson:
Muito aquém do titular da Seleção dos últimos dois jogos. Precisa e vai
melhorar. Fundamental para o nosso sucesso. Nota: 5
Osvaldo:
Mesmo sem marcar, se mostra muito decisivo. É o outro pilar deste nosso
esquadrão. Nota: 9
Luis
Fabiano: Para mim tem muito crédito. Mas e a vontade de vencer? Precisa tirar a
inhaca. Não tem melhor hora. Nota: 6
Douglas:
Fraco para um São Paulo. Um bom quebra galho. Nota: 5
Rodrigo Caio
e João Schmidt: Pouco tempo em campo. Ainda serão muito importantes para o
nosso São Paulo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário