segunda-feira, 29 de abril de 2013

Vermelho na camisa, raça só na propaganda.


Torcedores do Tricolor mais querido e vitorioso do mundo. Vimos nesta noite de domingo um exemplo do que não pode ser feito nos próximos três jogos que nos aguardam. Três decisões que com toda a certeza moldarão o rumo do São Paulo para o restante do ano, independente do resultado. Toda a ação de marketing são-paulina para divulgar o novo Morumbi e os modelos comemorativos utilizados (que em minha opinião ficaram muito bonitos, ao contrário da maioria de nossa torcida), foi em vão, dada a atuação nada inspiradora de nosso esquadrão.

Entramos com força máxima, com o objetivo de selar a classificação para as semifinais do Paulista o mais rápido possível e duelar contra o Corinthians em confronto único. Antes de continuar a comentar o jogo, fica aqui minha indignação quanto a forma de disputa do Paulista. Foram 19 rodadas disputadas e 4 meses de campeonato para chegar à fase de mata-mata apenas com a vantagem do mando de campo. Ridículo. Continuando, mesmo entrando com os nossos 10 titulares mais o M1TO, não passamos a campo todo o nosso potencial, muito menos o mínimo de raça aceitável, visto o jogo da semana passada contra o Atlético.
Um primeiro tempo fraco, com um domínio notável do São Paulo, porém nada objetivo. Poucos chutes a gol e muita desorganização em campo, representaram um São Paulo sem vontade nenhuma. Já o Penapolense via esta como o jogo da vida de um time que nunca havia sequer disputado uma Série-A1 do Paulista. No segundo tempo, uma alteração ousada de Ney Franco, tirando Wellington (um dos poucos com vontade, porém amarelado) e colocando Douglas (nada produtivo), só foi fazer efeito no meio do segundo tempo. Até aquele momento, sofremos uma pressão considerável, que foi segurada graças ao grande goleiro que possuímos.

De repente, o time acordou, e por 10 minutos fez o que já deveria ter feito antes e mais vezes: o gol. Osvaldo em uma de suas tradicionais jogadas, arrancou pela esquerda e cruzou. Jailton foi infeliz e cabeceou para a própria meta. E por ai acabou o ímpeto tricolor. Nos fechamos, e seguramos o resultado, muito por causa de uma das maiores defesas do M1TO! Com todo o respeito, chupa Sérgio Mota! Agora é treinar muito e se preparar psicologicamente para uma sequencia em tempo curto e a mais importante de todo o ano! Vaai São Paulo!

Rogério Ceni: Muralha! Garantiu a vitória com grandes defesas. Nota: 10
Paulo Miranda: Muito acionado, mas nada produtivo. Será que ainda é o titular? Nota: 5
Rafael Tolói: Não comprometeu. Adiciono à sua atuação belos lançamentos e segurança. Nota:7
Lúcio: Líder e sempre mostrando confiança. Bela atuação. Nota: 8
Carleto: Esse ai tem incorporado o espírito da camisa. Nota: 8
Wellington: Raça e muita entrega. É assim que tem que ser! Nota: 7
Denilson: Muito parado. Não apresenta nenhuma constância. Nota: 5
Ganso: É outro jogador.  A cada jogo ganha mais forma. Assim que tem que ser contra a galinhada e o galinho. Nota: 8
Jadson: Muito aquém do titular da Seleção dos últimos dois jogos. Precisa e vai melhorar. Fundamental para o nosso sucesso. Nota: 5
Osvaldo: Mesmo sem marcar, se mostra muito decisivo. É o outro pilar deste nosso esquadrão. Nota: 9
Luis Fabiano: Para mim tem muito crédito. Mas e a vontade de vencer? Precisa tirar a inhaca. Não tem melhor hora. Nota: 6
Douglas: Fraco para um São Paulo. Um bom quebra galho. Nota: 5
Rodrigo Caio e João Schmidt: Pouco tempo em campo. Ainda serão muito importantes para o nosso São Paulo.

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